Tutorial : Troca de Sensor de Nível de Combustível do VW Fox TotalFlex

Boia FoxPessoal, recentemente o marcador de combustível do meu Fox deixou de funcionar sem motivo! Não sou de andar com o carro na reserva, sempre com meio tanque, mesmo assim parou de funcionar. Procurei na internet e descobri que diversas pessoas estão tendo o meu problema. Aqui em Brasília fui informado pela Brasal que eles teriam que avaliar o problema e que só isso já seria cobrado. Fiquei curioso para ver se alguém já tinha feito algum passo a passo de como trocar esse sensor.. e não é que encontrei um tutorial na internet.

Para quem estiver com o mesmo problema vale verificar. O link que estou listando é do cache do google pois o original do fórum, mesmo após efetuar registro, não permite visualização. Os fanáticos de plantão podem fazer o procedimento em casa de maneira rápida! Acho que não leva 10 minutos pelo que li. A peça em si custa em torno de R$ 50,00. Quanto será que a concessionária deve estar cobrando ???

Segue o link : Tutorial – Troca de Sensor de Nível de Combustível do Fox TotalFlex

Para aqueles que não efetuaram registro no site, segue abaixo uma transcrição do procedimento descrito no artigo. Acrescento que os procedimentos não foram escritos por mim e não são de minha responsabilidade. Caso tenha dúvidas, favor entrar em contato com um profissional capacitado para realizar a troca.

Aê rapaziada, meu Fox tava com o indicador de nível de combustível maluco, descendo rapidamente e parando pra baixo da reserva, como se já estivesse vazio só que o tanque estava cheio, ( só ando com o tanque acima do 3/4 ), então resolvi abrir a bomba e trocar o sensor. Vou tentar deixar as fotos aqui, mas não sei se vai dar certo. Lembro que o meu carro é 1.6 Flex e a bomba fica embaixo do banco traseiro ( não sei se todos os Fox são assim ).

É bem simples, vire o banco traseiro pra frente desempedindo o acesso a bomba de combustível que fica abaixo do banco, retire os dois bicos da bomba + o plugue do chicote. Nesta foto eles já aparecem soltos.

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O ideal é que o tanque esteja com pouco combustível, pois sairá um pouco de combustível assim que vc desplugar os bicos, mas não se preocupe, logo parará.

O próximo passo é retirar o anel que fixa a bomba ao tanque. Com uma chave de fenda, empurre o anel no sentido anti-horário até o anel se soltar.

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Retire o anel.

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Isto feito, agora é a hora de retirar a bomba. Ela é colocada sob pressão, vc só precisa colocar a ponta da chave de fenda por baixo da sua borda e fazer uma alavanca com a lataria externa próxima a bomba. Deve ser feito com cuidado e variando os lados e ela sairá facilmente.

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Cuidado ao retirar a bomba. Ela está colocada em um buraco estreito e estará cheia de combustível, mesmo com o tanque vazio. Retire com cuidado para não deixar cair muito líquido dentro do carro, cairá um pouquinho porque vc terá que incliná-la para retirar a aste da boia.

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Bem, agora é só retirar o sensor (que é encaixado na bomba ) e trocar por outro novo. Repare se a boia do sensor velho não está encharcada ( cheia de combustível ), que foi o meu caso.

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Quando comprar o novo, solicite ao vendedor que faça um teste para ver se está funcionando corretamente e peça também que ele verifique se já não está furada. Guarde a nota fiscal para uma possível troca.

Para colocar a bomba de volta, é só seguir os passos inversamente. Lembro que a bomba é fixada em uma guarnição de borracha.

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Se esta borracha estiver ressecada, troque-a por uma nova. É baratinho e evita vazamento. Outra dica é passar um pouco de vazelina em pasta na borda da bomba e da guarnição para que ela entre mais facilmente. Mas passe bem pouco.

Coloque primeiro a guarnição de borracha na bomba. Depois encaixe a bomba na entrada do tanque e encaixe a borracha à entrada do tanque. Por fim, empurre a bomba para que encaixe na guarnição.

Coloque a bomba na posição em que ela já estava anteriormente para evitar que a aste da boia fique presa na lateral do tanque.

Acho que agora fiz tudo certo.”

Buscapé Na Hora – Plugin para Firefox e Internet Explorer

O Buscapé Na Hora exibe o preço do produto que você está pesquisando em diversas lojas, automaticamente, enquanto você está na página do produto. Muito bom para ter uma idéia, ANTES da compra do preço nas lojas concorrentes.

Possui versão para Firefox e Internet Explorer! Muito bom!!! Segue o vídeo de divulgação e os links.

Plugin para Firefox

Plugin para Internet Explorer

Dica : Onde Reclamar de Serviço de TV e Operadoras de Telefonia ?

Poucas pessoas sabem que é possível forAnatelmalizar uma reclamação contra empresas de tv à cabo, tv por satélite e operadoras de telefonia fixa e móvel sem precisar pegar filas ou ficar dias retornando ligações no 0800.

A Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) possui um sistema chamado FOCUS, que pode ser acessado via internet. Para isso basta se cadastrar informando o seu CPF e dados pessoais. Após o cadastro é possível efetuar reclamações contra as empresas prestadoras dos serviços. As ocorrências são analisadas pela Anatel e encaminhadas para a empresa responsável. Geralmente, o processo todo leva em torno de 5 a 10 dias, mas possui uma vantagem muito grande : como a reclamação foi feita diretamente na Anatel, não há enrolação por parte das empresas! Elas são obrigadas a responder e a solucionar a ocorrência.

No meu caso, já fiz mais de 10 reclamações contra diversas empresas como a Brasil Telecom, TIM e NET. Todas foram solucionadas, inclusive, no caso da TIM, recebi uma carta com pedido de desculpas =D.

Fica então a dica para todos! O link do sistema é : http://sistemas.anatel.gov.br/focus/

Obras Abandonadas : Desperdício de Dinheiro Público

Pessoal, olha o que saiu no correioweb hoje, mais notícias sobre desperdício de dinheiro público, leia-se, impostos que você e eu pagamos!

“Algumas obras ficam tantos anos paralisadas, por falta de recursos, por falhas no projeto ou por irregularidades apontadas pelo Tribunal da Contas da União (TCU), que acabam sendo abandonadas. Recomeçá-las seria mais caro do que iniciar uma obra nova. O dinheiro ali investido acaba sendo rasgado. Os benefícios previstos para a população não acontecem. E, muitas vezes, os responsáveis pelos prejuízos não são condenados. Alguns desses empreendimentos deixam alguma herança, como o Hospital Terciário de Natal, no Rio Grande do Norte. Após 20 anos, com investimentos de R$ 25 milhões, o que restou foram escombros da construção, com acúmulo de lixo e água estagnada, o que favorece a proliferação de doenças, inclusive dengue. Tudo isso ao lado de um bairro pobre da capital potiguar.

O esqueleto do hospital Terciário de Natal é um símbolo do desperdício de dinheiro público. Lembra um prédio atingido por um bombardeio. A obra foi iniciada em 1990. Quando a execução estava na metade, o prédio foi invadido por uma centena de “sem-teto”, que derrubaram paredes e telhados e roubaram tijolos, vigas, ferragens, portas e janelas. A edificação de quatro andares tem as ferragens à mostra, deterioradas pela ação da chuva. Paralisadas desde 1991, as obras foram definitivamente abandonadas pelo governo estadual. Restou ao TCU recomendar o fechamento das brechas no muro da construção, a retirada do lixo e a drenagem da água estagnada, para preservar a segurança e a saúde da população vizinha. Se o hospital tivesse sido construído, essa mesma população disporia de 150 leitos.

A construção do Hospital Regional de Cacoal, em Rondônia, que também teria capacidade para 150 leitos, teve início em 1991. A obra evitaria que a população de nove cidades buscasse serviço médico especializado em Porto Velho, distante 477 quilômetros, com o uso de ambulâncias. Em sete anos, ficaram prontas as paredes, os telhados, parte dos pisos e do acabamento. Com a paralisação, foram roubadas portas, janelas e fiação elétrica, além de surgirem infiltrações em paredes. A execução chegou a 65% do orçamento previsto, cerca de R$ 50 milhões. Já foram rescindidos contratos com três empreiteiras. O TCU excluiu o hospital da sua “lista suja” neste ano. A obra deverá ser concluída pelo governo do estado, com recursos da iniciativa privada.

Meio século
O primeiro canteiro de obras da Barragem Oiticica, em Jucurutu (RN), foi implantado em 1953, há mais de meio século. Os operários construíram uma pequena vila, abriram estradas, derrubaram mato, mas foi tudo adiado. Os peões receberam as casas que ocupavam como indenização. O segundo canteiro, distante 200 metros, foi construído em 1990. Perto dali, há uma enorme vala, onde ficariam os alicerces da barragem. Seguindo por uma estrada no meio do mato, chega-se aos restos de uma barragem de pedras, no alto de um morro. Os trabalhos foram suspensos em abril de 1993, quando o Departamento Nacional de Obras de Saneamento (Dnos) apontou indícios de superfaturamento de 140% na obra. O contrato assinado com a empreiteira Odebrecht em 1990 foi rescindido há dois anos.

No Distrito Federal, o perímetro de irrigação do Rio Preto previa a construção de 30 pequenas barragens, para aumentar a área irrigada em 7,6 mil hectares. O projeto foi iniciado em 2001, mas não saiu do papel. O TCU apontou irregularidades, como falhas no projeto básico e ausência de licenças ambientais. O empreendimento constou da lista de obras irregulares durante anos. Em 2008, o tribunal declarou a “perda de objeto” da fiscalização, por conta da ausência de vínculos da União com o projeto. O contrato com a empreiteira Gautama foi anulado. Foi declarada a inidoneidade da construtora para licitar e contratar no âmbito do DF.

Retenções parciais
Obra parada é prejuízo certo para a empreiteira, para o governo e, principalmente, para a população que seria beneficiada. Às vezes, diante das irregularidades encontradas, como fraude na licitação, falhas no projeto e falta de licença ambiental, não há como evitar a paralisação. Mas o Tribunal de Contas da União (TCU) tem utilizado uma alternativa, nos últimos anos, quando há indícios de sobrepreço ou superfaturamento. A corte determina a retenção parcial dos pagamentos, na proporção do sobrepreço encontrado. A obra e as investigações continuam. No fim da empreitada, há um encontro de contas. Se os indícios não são confirmados, a empresa recebe o dinheiro retido. Caso contrário, o pagamento já está feito, e a obra, concluída.

Neste ano, houve retenção cautelar em 17 obras, com orçamento total de R$ 3,87 bilhões. A Ferrovia Norte-Sul já havia sofrido corte parcial de pagamentos no ano passado, quando foram apurados indícios de sobrepreço médio de 23% no trecho próximo a Araguaína (TO). A retenção chegou a R$ 500 milhões. Neste ano, foram detectados novamente preços excessivos em comparação com o mercado em dois trechos, Palmas-Rio Canabrava (TO) e Anápolis-Uruaçu (GO), com orçamentos totais de R$ 2,9 bilhões. As retenções variam de 5% a 10% do valor de 10 contratos com sete empresas diferentes.

No trecho de Goiás, também foram encontradas outras irregularidades, como subcontratação irregular, retenção dos impostos em desacordo com os percentuais previstos no BDI (Benefícios e Despesas Indiretas) das empresas contratadas e supervisão deficiente das obras. Em relação à subcontratação irregular, a equipe de auditoria observou a execução de serviços por empresas distintas das contratadas, sem prévia e expressa autorização da subcontratação pela Valec, estatal responsável pela obra.

Canal do Sertão
Outra obra que sofreu retenção parcial foi o Canal do Sertão, em Alagoas, com orçamento de R$ 593 milhões. Trata-se de um canal de 240km que vai levar água do Rio São Francisco à região de Arapiraca, no agreste, passando pelo sertão alagoano. No ano passado, o TCU chegou a determinar a paralisação desse empreendimento. Neste ano, foi constatada a redução de 15km dos 45km inicialmente previstos para o primeiro trecho. O objetivo seria a inclusão de novos serviços, correspondentes a 33% do valor do contrato. Mas não houve qualquer alteração do valor global contratado. O tribunal aguarda as justificativas do governo de Alagoas, que toca a obra. Iniciado em 1993, o empreendimento tem andado a passos de tartaruga.”

Fonte: Correio Braziliense

out 5th, 2009 | Arquivado em Brasil

O Método dos 3 Baldes – Gustavo Cerbasi

Dinheiro: Os Segredos de Quem Tem

Recentemente postei um artigo sobre o método das 5 contas descrito por T. Harv Eker. Ao ler o livro “Dinheiro: Os Segredos de Quem Tem” de Gustavo Cerbasi, descobri que o mesmo possui uma técnica parecida com a anterior.

A técnica se resume na criação de 3 baldes : balde da segurança, balde de investimentos e balde do luxo.

Ao contrário de T. Harv Eker, o método do Gustavo não determina percentuais, apenas a forma de utilizar os baldes. O balde da segurança deve conter todas as despesas necessárias para a manutenção da sua vida, incluindo os gastos com dízimos e doações, diversão, enfim tudo o que for despesa necessária. O balde de investimentos deverá ser preenchido com o que sobrar após o preenchimento do balde de despesas básicas. A idéia aqui é semelhante à de Eker : você deve possuir um valor, por menor que seja, para investir mensalmente. Se a sua renda só é suficiente para suprir o balde da segurança, Cerbasi recomenda a revisão de todos os gastos e a utilização de uma planilha de orçamento mensal, de formar a diminuir os gastos supérfluos.

Após o preenchimento do balde da segurança e do balde de investimentos, o que sobrar deverá ser colocado no balde do luxo. Como o próprio nome diz, esse balde deve ser utilizado para você se dar ao luxo de fazer gastos adicionais, como a troca de um carro, a compra de um home theather, roupas de marca, jóias, gastos com viagens e restaurantes de luxo. A idéia é curtir um pouco o que você possui hoje, evitando deixar tudo para só quando se aposentar.

Viu como os métodos são semelhantes! Ambos indicam a necessidade de valores separados para investimentos e gastos com diversão. Qual método funciona melhor para você ?